Trago


Tonta que estava, quase caí
dentro da moringa. Tragada
pela água que antes eu
tragara.


Era quando ainda estava
manca. Não me serviria a
gameleira, nem pretensa
oferenda. Eu só quisera
beber água.




Esbarrei-me nas costas
de um sentinela. Tragou-me.
Sumi [de perdida] no
gargalo.









Marcelo Novaes

4 comentários:

Talita Prates disse...

Gostei DEMAIS dos teus espaços, Marcelo.
Parabéns: quanta poesia!
Obrigada pela visita. Volta sempre que quiseres!
Paz.

Marcelo Novaes disse...

Talita,




Obrigado!


Esteja por perto!


:)





Beijos,








Marcelo.

Adrianna Coelho disse...


Eu me sinto perdida quando alguém (um sentinela) encosta em mim, sem pedir licença... Mas do poema eu gostei, e muito.

Marcelo Novaes disse...

Dri,


Deve pedir licença, não é não?!




Beijos,







Marcelo.

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