
Tonta que estava, quase caí
dentro da moringa. Tragada
pela água que antes eu
tragara.
Era quando ainda estava
manca. Não me serviria a
gameleira, nem pretensa
oferenda. Eu só quisera
beber água.

Esbarrei-me nas costas
de um sentinela. Tragou-me.
Sumi [de perdida] no
gargalo.
Marcelo Novaes

4 comentários:
Gostei DEMAIS dos teus espaços, Marcelo.
Parabéns: quanta poesia!
Obrigada pela visita. Volta sempre que quiseres!
Paz.
Talita,
Obrigado!
Esteja por perto!
:)
Beijos,
Marcelo.
Eu me sinto perdida quando alguém (um sentinela) encosta em mim, sem pedir licença... Mas do poema eu gostei, e muito.
Dri,
Deve pedir licença, não é não?!
Beijos,
Marcelo.
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